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quinta-feira, 29 de março de 2012

DIÁRIO DE UMA ADOLESCENTE. VALEU A PENA, Ê Ê!

Por Bianca Monteiro

Estive aqui todo o tempo tentando comprovar que o esforço, do jeito certo, sempre dá resultados. Ainda que desprendida de forças maiores como um destino previamente traçado, confiando apenas num mero acaso onde tudo pode acontecer, dependendo das próprias decisões, e correndo o risco de que elas fossem erradas.

Por mais que demore ou venha fracionado: quem acredita, sempre alcança. A espera é a chave, assim como o preparo, é claro. Mas não basta ter esperança, planejar, criar expectativas, sonhar. É preciso ter foco, paciência, e como anteriormente dito: esforço. O maior erro das pessoas é acreditar que tudo se resolverá sozinho, automaticamente. Nada cai do céu, é necessário fazer acontecer. E depois da certeza de que a consciência está limpa, já que fez tudo o que podia, e agora é só esperar, pronto, pode-se saber que alguma resposta virá. Assim como a 3ª lei de Newton (alguma coisa de física ao menos eu sei nessa vida, fiquem orgulhosos), toda ação tem uma reação, e com uma atitude tomada não poderia ser diferente...

Tudo isso pra dizer que, depois de meses correndo atrás dessas teorias, a comprovação finalmente chegou. O que tanto esperei (depois de correr atrás de todas as formas que podia, esgotar a munição de todas as minhas armas a ponto de não saber mais o que diabos fazer/dizer para provar que aquilo era real) aconteceu. Inúmeras declarações, textos, uma carta, até mesmo demonstrações em público: nada funcionou. No fim, percebi que a vitória não vinha com a minha insistência irritante, teimosia, mas sim pelo jeito que gostaria de ser lembrada. Como alguém que nunca desistiu.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

DIÁRIO DE UMA ADOLESCENTE. EU E OS ET'S

Fotos: WeHeartIt

Por Bianca Monteiro
Nasci em Varginha. Claro, durante toda minha vida tive que aguentar as piadinhas com dedos tortos acompanhados da famosa frase ”E.T., phone, home”, e (in)explicações tolas a respeito das bizarrices que sei fazer. À toa não foi. Ao longo dos anos, tenho me deparado com essas teorias e hipóteses da ufologia e elas parecem fazer cada vez mais sentido pra mim. Aliás, é a única coisa em que realmente acredito.
Meu excessivo fascínio por fotografia/astronomia simultaneamente faz com que eu busque algo plasticamente bonito pra uma imagem, e, obviamente, não consigo imaginar nada que se enquadre melhor do que o Espaço, com todas aquelas cores e luzes… A princípio são as imagens, mas também o desconhecido. Não gosto nem um pouco dessa ideia de ter que ficar curiosa e sem respostas, por isso essa obsessão.
Como grande fã de ficção científica, meus livros e filmes favoritos sempre abordam esse assunto (podem reparar) por sempre apresentarem teorias diversas a respeito (como por exemplo o Guia do Mochileiro das Galáxias, e até mesmo o próprio filme do E.T., ou o documentário Viagem Cósmica).
Acho óbvio que a Terra não seja o único lugar tripulado do Universo, já que, comparado à extensão restante, não é nem um grão de areia. Sinceramente, é quase certo. Seres que pensamos ser superiores (sabe-se lá por que), mas, embasados apenas nas noções que temos de futurismo, novamente, vindas da ficção. E por explicações que frequentemente encontramos como “a vida lá fora é inteligente porque nunca tentou contato conosco”. Na verdade, não consigo imaginar uma comparação, principalmente por não ter ideia do referencial nem na parte da sua existência (mesmo acreditando fielmente nela), já que não há provas concretas além de relatos, e supostas imagens. No fundo, até entendo o que acontece para considerá-los “mais avançados”. O que faz pensar isso é a revolta com o ser humano em si, principalmente sobre a preservação do planeta e valores distorcidos como ambição, que causam esse tipo de problema. Com isso, me pergunto: o que será que as pessoas fariam se questionassem um pouco o que consideram como “verdades absolutas” como outro tipo de seres, e com outro ponto de vista? Quero dizer, será que achariam ignorantes aqueles que não convivem com a mesma crença e suposta história, ou (como eu) gostariam de ser como eles e viver sem esse tipo de preocupação?